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Bandeiras da África
Em 1957, Gana se tornou independente e adotou o vermelho, o amarelo e o verde da Etiópia, símbolo de resistência ao colonialismo europeu. Nascia o padrão pan-africano, que se repete do Senegal a Camarões.
Vexilologia
A história das bandeiras da África
Só em 1960, o Ano da África, dezessete países conquistaram a independência. Moçambique traz um fuzil e uma enxada, o Quênia um escudo masai, e a África do Sul, desde 1994, une seis cores num Y que simboliza a convergência.
O vermelho, o preto e o verde vêm de outra fonte: a bandeira criada em 1920 pela organização do ativista jamaicano Marcus Garvey, que inspirou países como o Quênia e o Malawi.
Os países de língua portuguesa, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, guardam nas bandeiras a memória das lutas de libertação das décadas de 1960 e 1970. A região inclui ainda territórios como Reunião e Mayotte (França), Santa Helena e Tristão da Cunha (Reino Unido) e o Saara Ocidental, de status disputado.
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Dúvidas frequentes
Sobre as bandeiras da África
O que são as cores pan-africanas?
São o verde, o amarelo e o vermelho da bandeira da Etiópia, adotados por Gana em 1957 e por dezenas de países depois. Outra combinação pan-africana, com vermelho, preto e verde, vem da bandeira de Marcus Garvey, de 1920.
Qual bandeira africana tem um fuzil?
A de Moçambique. Ela mostra um fuzil AK-47 cruzado com uma enxada sobre um livro aberto, símbolos da defesa, da agricultura e da educação.
Quantos países africanos ficaram independentes em 1960?
Dezessete, por isso 1960 ficou conhecido como o Ano da África. Entre eles estão Nigéria, Senegal, Mali, Camarões, Madagascar e Costa do Marfim.